domingo, 1 de junho de 2008

Só elas sabem!

Não há para onde ir, só aqui para pensar enclausurado entre 4 paredes, estas que conhecem segredos mais sórdidos de uma vida regrada a inquietude e sarcamos. Está frio e meus dedos parecem não responder bem as minhas ordens. Há um prato em cima da mesa do computador onde eu jantei e só há simplesmente restos, restos da morbidez sólida e intacta. A colher de ponta azul e absorta impera sua passividade diante de todos os fatos que interagem ao seu redor. Tudo parece tão vago, parece haver brechas entre o conforto de estar aqui e ao mesmo tempo de se sentir lá fora, vangloriando mais uma noite perdida pela passividade de nada querer na vida, apenas aproveitar um breve momento de embriaguez e alegria insensata. Bem uma parte de mim gostaria de estar lá, ao frio, se aventurando em terras perdidas, de perder o juízo, o senso, mas só são desejos carnais ao menos uma vez todos sentem, não fugiria a regra, mas que regras, hum a regra de olhar para o relógio e saber que terá a responsabilidade de convir com seus afazeres, não é cedo, apenas tarde para quem nada tem nessa vida de ímpar e par, bom e ruim, romântico e cafajeste. Tipos e tipos e neles vão se afigurando um novo personagem, nova fala, novo gestos e novas atitudes de se reprimir ao cruel êxtase momentâneo de configurar-se justamente a sua regra a sua incredulidade de não experimentar o doce do ar frio e solitário desta noite. Aqui tudo passa tão de pressa, quando vejo as mascaras caem e só resta olhar na face de um ser ingrato pela sua voracidade de querer o que se esconde diante de seus sonhos, como um feixe de luz formando na janela uma penumbra e ali ele esta escondido querendo ser realmente exposto ao gosto de ser utilizado e vivido não apenas fantasiado e esquecido por sombras da vaidade. A madrugada estar tão reluzente que a luz florescente do quarto a torna tão viva quanto eu, e me submeto a me decair sobre seu poder de manipular mentes insones e transfigurar-nos em seus escravos da noite, de nada poder fazer sobre essa fascinante jornada de encontrar o amanha na escuridão, as dividualidades de estar entre o horizonte de transformações progressivas do meu mundo de 4 paredes, que a cada dia se desfaz em forma de dissoantes de pensamentos lineares e extravagantes, o que da forma ao meu ser e a madrugada dizendo que está a espera de uma próxima experiência inacessíveis aqueles que a rejeitam, mas aos que ficam sabem a expansão que os sonhos se tornam lúcidos e reflexivos e severamente reais nas madrugadas de nossas vidas.

Luiz A.C.Martins

terça-feira, 29 de abril de 2008

"Encontros e desencontros"

- Estou me sentindo culpado pelo que fiz.
- Você deveria ter vergonha de si mesmo por este ato.
- Não ligue ao que ele diz, aja com indiferença.
- Mas estou com muita dor na consciência.
- Você perdeu e se acha um perdedor.
- Não tenho a solução para tal problema.
- pense “nada mais importa” e siga em frente.
- Não sabe o que fala e nem liga para o que pensam ou que sentem.
- Viva à vida, só viva. Se si importar mais tenso ficará.
- Eu faço as coisas certas, mas não existe ninguém para anotar meus pontos, quando faço algo errado todos se vangloriam por tal derrota e se sentem “deuses” na terra de pecadores para poder julgar o que é certo ou errado.
- Mas eles não sabem quem é você realmente, então seja surdo, mudo e cego para essas pessoas.
- Eu não quero que me compreendam, porque isso acabaria com todo encanto da minha existência. Igual em Filmes incompreensíveis que no final ele se responde e você entende tudo. Perde a graça. A graça é sempre ficar se questionando, mas não saber de tudo, deve ser chato saber tudo, como eu disse perde a graça.
- Que pessoinha estranha você é, mas entendo o que diz, porem não sei o que pensa. Nem me importo, contanto que não se importe comigo também.
- Mas você me recrimina pelos meus atos, e diz não se importar.
- Já volto, vou fumar
- Ta bom.

- Perdi a vontade.
- Bom que agente pode continuar conversando.
- Mas quem é você?
- Obviamente uma pessoa como você.
- Acho que sobrou só nos dois.
- é, vamos largar essas formalidades pra lá
- Você é homem ou mulher?
- Importa?
- aahh importa te achei interessante.
- Interessante como?
- Seu jeito de pensar e lidar com a vida.
- A vida é minha eu faço o que quiser com ela, certo?
- certo!
- Não gosto muito de regras, tudo tem uma regra pra isso ou pra aquilo, regras em geral serve para as "massas", gosto de me sentir um pouco não vulgar.
- Você é uma exceção à regra sabia?Rs!
- E você está preso a ela, de sentir-se tão inseguro. Rs!
- Bom que teve paciência comigo esse tempo todo. Sou muito melodramático, pra tudo eu criou um probleminha.
- Verdade, mas no fundo você não transparece ser outra pessoa. Você gosta de expressar um pouco o que sente, gosto disso. Detalhe não respondi uma das suas perguntas, eu sou uma mulher.
- Eu sou Homem, blaa você já sabe disso, mas so foi pra afirmar mesmo,Rs. Gostaria que você fosse real!
- Mas eu sou real, pare de procurar que um dia eu apareço! Rs. Você não disse o que fez pra se achar culpado, o que você fez?
- Aquilo que eu deixei de fazer. Rs!
- Você pegou o jeito, espero um dia te encontrar, Beijos!

Luiz A.C.Martins

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Preguiça@net

haaaaaaaaaaaaaa! tédiooooooooooooooooooo!
Qual remedio passa o efeito disso, quem descobrir ganha o nobel!
Mas não é tédio de fazer nada e sim em ter que fazer n coisas já leva ao cansaço, hummm queria passar 1 mês vendo vários DVDS, tem uma porrada de filmes pra ver, sei lah assistindo algo na tv qualquer coisa comendo mts chocolates, caraca engordar uns 10kg, jogarrrrr mttt jogos que tenho no pc e quero mt ficar alienado(que merda heim! mas eh bom) com eles, perder meu tempo zerando half-life 2 Episode Two, True-crime New york, Gta New york e San andreas, Need For speed Pro-Street e o que é sagrado pra mim, Counter-strike 1.6 jogo e não vou deixar de jogar, po jah jogo a 6 anos isso e jah fui PPL, pra quem naum sabe quer dizer Pro-player ou seja jogador profissional! eu ganhava pra jogar, imagina isso! fodaaaaaaaaa! e naum enjoei de jogar então acho que esse vai ser até eu morrer! Po queria ir a mais shows das bandas que eu gosto, po to fazendo mais shows do que indo UHUAHuaHAUHAUHAUA, quer dizer acabo indo mas pra tocar! vida de músico de quintal não é fácil =/ Mas eu adoroooo, pelo simples fato de eu estar fazendo o que eu gosto e do jeito que quero, não tem nada melhor! po quero dormirrrr mt, acordar a hora que quiser, dormir de qualquer jeito! ahh não ter q pensar mt no que vou fazer amanhã ou no que tenho q fazer, viver despreoucupado! ai aii to velho to me esquecendo de tudo é a idade é foda, bom que esqueço as cagadas que eu fiz uhuhuhuuhuhuhuhuhuhuh!!! olha que são muitas! ahhh pena que Lost tah acabando e a quarta temporada, pqp tah cada vez mais foda, tudo interligado, Porra Desmond é o cara! Aquele programinha da mtv, pooo 15 minutos! tinha que ser carioca pra ser foda, Ó U AUÊ AÍ, Ó! hauhauhauahuaha! Essa vida é uma comédia! eee que vida boa de não fazer nada mesmo fazendo é boa!

Vivaaaaa a vida conturbada alienante social urbana brasileiraaaaa Uhuuulllllllllllllllllllllll!!!!

Luiz A.C.Martins

terça-feira, 1 de abril de 2008

Respostas?


Ele não compreende, ou finge que não?

Ele se acha inerte, ou é preguiçoso mesmo?
Ele sempre escovou os dentes com a mão direita, por que não tentou a esquerda?
Ele se olha no espelho, mas será que se acha um tolo?

Ele se exclui, ou o excluem?
Ele tem medos, mas quais?
Ele tem múltiplas personalidades, mas quais ou qual ele sente ser ele mesmo?
Ele se diz sensível, será que sabe o que sente?
Ele quer ir embora, mas para onde?

Ele pensa muito, mas sabe o que faz?
Ele diz que não, mas será que é sim?
Ele enxerga o que não quer, mas ver o que enxerga?
Ele não se importa, ou tenta chamar atenção?

Ele se sente só, ou é negação de si?
Ele quer dizer, por que não diz?
Ele quer amar, quer mesmo?

Afinal ele que decida por ele...


Luiz A.C.Martins
















quarta-feira, 26 de março de 2008

Cadê o meu mel?

"O mel não tem o mesmo gosto quando você não experimentou do fel. Cadê o meu mel?"

Brian Shelby

Luiz A.C.Martins

terça-feira, 4 de março de 2008

Dez...

Desejei-te, desde do primeiro olhar,
do primeiro sorriso, do primeiro
Beijo...

Amei-te, desde do seu passo de andar
do seu descompasso, da sua inquietude,
da sua impaciência, de sempre estar,
estar onde ninguém nunca esteve, de proporcionar momentos únicos,
sentir a intensidade de saborear seu corpo,
Tão quente e as vezes tão sem vida.

Lutei e relutei com minhas indiferenças,
é, elas persistem, não sei se fiz ou faço o certo ou errado
esperava e espero ao menos uma palavra para me direcionar
talvez deveria lembrar o quanto era especial sentir o seu cheiro
que parecia inovar a imensidão da minha ilusão de tê-la para sempre.

Recusei-te, não te quero mais
não, não sei, como posso saber?
Sem você eu penso no que poderia ter dito ou expressado
Com você eu ajo pela impulsividade, pelo simples fato de ser tão bela
a sua inconstância de saber, de só saber o superficial.

Perder-te, fosse uma vitória, uma conquista...
Perder-te, fosse um fracasso, uma derrota...
Dias e dias virão e nunca saberei se era ou não para ter existido
a drástica ou a maravilhosa coincidência ou acaso de coexistirmos
em um momento em que meus pecados foram expostos
e não mais calados.

"Vejo você na outra vida, quando formos gatos."

Luiz A.C.Martins

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Intrínseco.

Realidade um doce sonho suspirante cruel e indigesto.
Doce é dela tirar das entranhas lindas orquídeas em busca de sua luz.
E sentir-se no não vazio em que as não proliferam.

Sonhos, todos possuem! Mas suspirantes?
Ahhh aqueles que te fazem perder os sentidos, os medos, as desilusões, as dores...
Por fim, que fazem ser você, transparecer o que ha de tão sincero na sua simples vida.
Tão simples, que as dificultam, com os "ismos" para criar algum sentido futil a ela.

Não pense, Seja...
Seja o que for.
Mas sempre saiba que o cruel e o indegesto desse Sonho tao lindo e suspirante fica Soterrado sobre as disvirtuoses e a insensatez de uma "falsa" vida em sua magnífica consciência.

De alguma forma todos nós pagamos.
Pagamos pela demência que nos aflinge.
Pela falta de atitude, pela falta de caráter, pela falta do bom senso, pela falta de respeito...
Pela... por tudo aquilo que te descompromissa de ser, do que você sempre quis ser...
VOCÊ!


Realidade? Defina a sua!


Luiz A.C.Martins